ANIMATOGRAPHO | BRAGA EM RISCO

ANIMATOGRAPHO é uma programação cinematográfica da CONFEDERAÇÃO – coletivo de investigação teatral dedicada à Infância e Juventude. O nome dado a estas sessões vem do latim animus (animado) e do grego graphein (descrever). Foi este o nome dado às primeiras salas de cinema portuguesas e simultaneamente o termo pelo qual ficou conhecido em Portugal o Cinematographo, uma máquina de filmar, revelar e projetar, patenteada pelos irmãos Lumière (França) em 1895 e trazida para Portugal em 1896 pelo pioneiro do cinema português Aurélio Paz dos Reis.

O Animatographo – volume 4, é uma programação da Confederação – coletivo de investigação teatral em colaboração com a Câmara Municipal de Braga e a Casa da Animação (Porto). Está dividido em 2 partes: uma Mostra Documental denominada “Regina Pessoa, e a Trilogia da Infância”, onde estão patentes brinquedos ópticos que podemos ver e experimentar, provenientes do espólio da Casa Museu de Vilar. A segunda parte acontece dia 19 Nov. com a projecção da multipremiada Trilogia da Infância de Regina Pessoa, seguida da longa metragem de animação brasileira O MENINO E O MUNDO, de Alê Abreu.

Esta programação integra o programa do ENCONTRO DE ILUSTRAÇÃO – BRAGA EM RISCO, cujo programa completo pode ser consultado aqui.

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O DIA MAIS CURTO

Todos os anos, por volta do dia 21 de dezembro, o hemisfério norte entra na estação mais fria devido ao Solstício de Inverno, naquele que é o dia mais curto do ano. Este fenómeno astronómico inspirou a criação da festa que celebra o cinema no formato curto: O Dia Mais Curto. A ideia, que nasceu em França em 2011, rapidamente alcançou uma dimensão internacional sendo, atualmente, celebrada em simultâneo em dezenas de países.

Em Portugal, o evento é organizado pela AGÊNCIA DA CURTA METRAGEM e vai percorrer novamente o país de norte a sul, passando também pelos arquipélagos.

A CASA DA ANIMAÇÃO é parceira no evento, disponibilizando uma selecção de curtas metragens de animação destinadas aos mais novos, que transportam para a tela obras oriundas de vários países, e que levam o espectador numa viagem cinematográfica onde a moral da história é a contemplação da sua riqueza plástica e narrativa.

TIGRES AMARRADOS A UMA CORDA, Tigres a la queue leu leu
de Benoît Chieux

#LINGO
de Daniel Vicente Roque

CAMINHO DE ÁGUA PARA UM PEIXE, Chemin d’eau pour un poisson
de Mercedes Marro

SEMELHANTE, Alike
de Daniel Martínez Lara & Rafa Cano Méndez

A LUA E O LOBO, La lune et le loup
de Tomas Leroux, Patrick Delage

UM, DOIS, ÁRVORE, One, two, tree
de Yulia Aronova

Sigam o evento através do site www.odiamaiscurto.curtas.pt

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PRÉMIO NACIONAL DA ANIMAÇÃO 2016

29 de Outubro | Auditório Municipal de Barcelos
ENTREGA DO PRÉMIO NACIONAL DA ANIMAÇÃO

PRÉMIO ESCOLAS
Júri: Rodrigo Francisco, Rita Sampaio e Nuno Amorim
PRONTO, ERA ASSIM, de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues

PRÉMIO OFICINAS
Júri: Rodrigo Francisco, Rita Sampaio e Nuno Amorim
DA JANELA DA MINHA ESCOLA, orientado por Tânia Duarte (Bichinho da Animação) e realizado pelo coletivo de crianças do 3º ano da escola EB1 de São Miguel do Rio Torto.

PRÉMIO PROFISSIONAIS
Júri: Barry Purves, Paula Tavares e Pedro Serrazina
ESTILHAÇOS, de José Miguel Ribeiro

O Prémio do Público foi atribuído ao documentário animado PRONTO, ERA ASSIM, de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues, uma curta metragem em stop-motion que apresenta a história de vida de seis idosos, quatro senhoras e um casal, que, sob forma de entrevistas, dão voz aos objectos que protagonizam o filme.

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DIVULGAÇÃO DA SHORT-LIST DE FILMES SELECIONADOS PARA O PNA 2016:

CATEGORIA FILMES DE PROFISSIONAIS:

ESTILHAÇOS (18’, 2016), de José Miguel Ribeiro
CHATEAR-ME-IA MORRER TÃO JOVEEEEEM (16’17, 2016), de Filipe Abranches
FIM DE LINHA (14’, 2016), de PauloD’Alva e António Pinto
MACABRE (20′, 2015), de Jerónimo Rocha e João Miguel Real
A CASA OU A MÁQUINA DE HABITAR (12’2’, 2016), de Catarina Romano
CINEGIRASOL (5’21, 2016), de Bruno Caetano e Rui Telmo

CATEGORIA FILMES DE ESCOLA:

PATRIOSKA (9’16, 2016), de Tiago Araújo (Instituto Politécnico do Cávado e do Ave)
CHAMBI (06’04, 2016), de Gonçalo Encarnação, João Machado, Nuno Coelho, Yue Wang (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias)
PRONTO, ERA ASSIM (12’58, 2015), de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues (Instituto Politécnico do Cávado e do Ave)
HEREAFTER (03’52, 2016), de Natália Azevedo de Andrade (University of Art and Design Budapest)
AMOR BARATA (08’05, 2016), de João Fortuna, Joana Marques (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias)
SWEET BITE (05’10, 2016), de Miguel Bettencourt (Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa)

CATEGORIA FILMES DE OFICINAS:

PESADELO NO MONSTREIRO (5’38, 2016), alunos da turma VOC 3B de Artes e Animação de Caíde de Rei (Orientação: Abi Feijó, Isabel Fonseca e Manuel Jorge Carvalho
O MANUAL (03’04, 2016), alunos do 6º, 7º e 9º ano de Vila do Conde (Orientação: Jorge Ribeiro)
PARA A ILHA DO TESOURO (16’09, 2015), crianças e jovens do Bando dos Gambozinos (Orientação: Fernando Saraiva/CLIA-ANILUPA)
DA JANELA DA MINHA ESCOLA (03’46, 2016), coletivo de crianças do 3º ano da escola EB1 de São Miguel do Rio Torto (Orientação: Tânia Duarte/Bichinho de Animação)
LADRÕES DE SORRISOS (06’26, 2016), jovens da Casa da Criança de Vila do Conde (Orientação: Paulo D’Alva)
A ESCOLA DE OUTROS TEMPOS (15’16, 2015), turma do 4º ano da Escola Básica de Fernão Magalhães (Orientação: Fernando Saraiva/CLIA-ANILUPA)

MEMBROS DA COMISSÃO DE SELEÇÃO:

MÓNICA SANTOS
Mónica Santos estudou na Royal College of Art, Communication art & design, Londres, onde também foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.
Versátil em ambas as visões teóricas e práticas sobre cinema, Mónica teve apresentações dos seus filmes em Portugal, Reino Unido, França e Itália, assim como, presentemente, encontra-se a fazer o doutoramento em estudos cinematográficos.
Além de trabalhar em imagem real e animada, realizou várias ilustrações para vários periódicos como o JN, DN, Jornal i, Expresso, Visão entre outros.
Completou o filme de animação “Amélia & Duarte” com Alice Guimarães que ganhou vários prémios entre os quais o de melhor primeira obra no Festival Animafest e prémio do público e prémio Canal + Espanha no Curtas de Vila do Conde. Atualmente, prepara-se para embarcar numa nova curta-metragem de pixilação intitulada “Entre sombras”.

NUNO LACERDA
Licenciado em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, concluiu o Mestrado em Design da Imagem pela Universidade do Porto, com tese em Brinquedos Ópticos.
Possui uma Pós-Graduação em Branding pelo IPAM e uma formação em Multimédia pela Universidade Portucalense. Estudou em Erasmus na Muthesius Kunsthochschule em Kiel, Alemanha.
Tem desenvolvido projectos nas áreas de Design, Multimédia ou Ilustração, em particular na área da Animação, com participação regular em concursos e festivais.
É sócio-fundador da Casa da Animação no Porto e professor nos cursos de Comunicação Audiovisual, Design e Animação, da Escola Artística Soares dos Reis.
Neste momento encontra-se a realizar o Doutoramento em Design na Universidade do Porto.

RICARDO BLANCO
Ricardo Blanco nasceu em Lisboa, em 1972. Depois de trabalhar em banda-desenhada, ilustração e design gráfico, começou a sua carreira em animação em 1997 através de um curso para animadores no estúdio Animanostra, onde trabalhou como animador em “Jardim da Celeste”, “Angelitos” e “Estrela de Gaspar”. Em 1999, depois de trabalhar como animador e director de animaçãoo no estúdio Magictoons, voltou à Animanostra onde realizou a série para crianças “As Aventuras de Móli” e “Eu Quero Ser”, entre 2001 e 2006.
Entre 2007 e 2009 trabalhou no estúdio GameInvest (como animador e lay-out artist) e no estúdio de animação Sardinha em Lata onde trabalhou como desenhador de storyboard na série de televisão “Ema e Gui”.
Em 2010 mudou-se para Vila Nova de Gaia para trabalhar na indústria da animação e videojogos no Bigmoon Entertainment Studios, como ilustrador, UI Designer, texture artist, cut scenes storyboard artist e concept artist em trabalhos como “Tic Tac Tales” (série televisiva), “D TEAM”, “North & South”, “Dead Outbreak” (RPG), “Demons Age” e “Syndrome”, ambos jogos para serem lançados em 2016.
Em 2012 trabalhou como lay-out artist/animador na curta-metragem “Poet Anderson, the Dreamwalker”. Desde 2012 que é membro da comissão de seleção do CINANIMA – Festival Internacional de Animação de Espinho.
Entre 2014 e 2016 fez parte do júri para os concursos anuais de cinema e multimédia do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual).

Para qualquer esclarecimento contactar a equipa da Casa da Animação através dos números:

22 600 9293 | 96 872 0853 | 96 872 0854 | 96 8780 205

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O MENINO E O MUNDO

O MENINO E O MUNDO (Alê Abreu, Brasil, 1h25)
local: Museu Nacional Soares dos Reis
data: 23 de Julho 2015, 22h
iniciativa: FESTA DAS ARTES – QUINTAS DO MUSEU

Porque tem algumas das imagens mais belas que alguma vez vimos.

Foi com estas palavras que o júri do Festival Internacional de Ottawa anunciou ao público o prémio especial para O MENINO E O MUNDO.

O MENINO E O MUNDO
Longa-metragem de animação, cor, sem diálogos, 1h 25
Realização: Ale Abreu
Produção: Filmes de Papel
País: Brasil
Classificação etária: maiores de 6 anos

O filme descreve a viagem de um menino que parte em busca do pai, e descobre, pelo caminho, um mundo fantástico, povoado por máquinas-bichos, sonhos coloridos, ritmos alucinantes. Uma viagem que resulta numa descoberta de si e de um país cheio de contrastes, um país alegre e triste.

Sofrendo com a ausência do pai, um menino parte em sua busca. Na ardilosa jornada que empreende, vai descobrindo, aos poucos, a realidade que o rodeia, um mundo fantástico, povoado por máquinas-bichos, seres estranhos, sonhos coloridos, ritmos fantásticos e vai revelando, ao espectador, o seu olhar doce e ingénuo perante questões existenciais, culturais e políticas.

Produzido em 2013, tem granjeado prémios em vários festivais, nomeadamente o Cristal d’Annecy em 2014 (um dos mais importantes festivais internacionais de animação no mundo), ganhou também o prémio de Melhor longa no Cinanima e na Monstra.

A BANDA SONORA
O universo sonoro do filme é muito forte. A música-tema do filme é da autoria do rapper Emicida e a banda sonora original composta por Ruben Feffer e Gustavo Kurlat com as participações de Naná Vasconcelos, Barbatuques e GEM – Grupo Experimental de Música.

A TÉCNICA
Com uma linguagem muito própria, parte da simplicidade dos desenhos infantis para um universo lúdico, colorido e por vezes quase abstrato. Recorre a diferentes técnicas, do desenho, à pintura e colagens, e cria um mundo verdadeiramente fantasioso e único.

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BEST OF CURTAS DE ANIMAÇÃO

local: Museu Nacional Soares dos Reis (pátio)
data: 16 de Julho 2015

Arrancam esta quinta-feira as sessões promovidas pela CASA DA ANIMAÇÃO no âmbito da Festa das Artes – Quintas do Museu, no MUSEU NACIONAL SOARES DOS REIS.

Na primeira sessão apresentaremos uma seleção de algumas das melhores curtas de animação que foram apresentadas ao longo da 23ª edição do Festival Internacional de Curtas de Vila do Conde, que decorreu entre 4 e 12 de Julho de 2015.

De assinalar os filmes AMÉLIA E DUARTE, vencedor do grande Prémio do Público SPA – Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Canal Plus e MYNASRKI CHUTE MORTELLE, vencedor na categoria Melhor Animação da competição internacional.

WITHIN, de Natália Andrade (2015, 03′)

Uma bailarina perde o seu ritmo. Uma viagem ao interior da culpa, do pudor e do medo.

PLANET ∑, de Momoko Seto (2014, 11′ 49)

Em PLANET ∑, há criaturas gigantes presas no interior de gelo. Explosões submarinas provocaram o aquecimento global, e uma nova vida tem início para os animais.

TEETH, de Daniel Gray e Tom Brown (2015, 05′ 54)

As coisas de valor muitas vezes são descuradas em favor de coisas que são mais gratificantes no imediato. Infelizmente, as coisas que são descuradas muitas vezes perdem-se para sempre. A vida de um homem desorientado e intensamente focado, narrada através das suas obsessões orais.

SONÂMBULO, de Theodore Ushev (2015, 04′ 21)

Com a sombra à volta da cintura / ela sonha na sua varanda, [...] Debaixo da lua cigana, / todas as coisas a estão a observar / e ela não as consegue ver. Uma viagem surrealista através de cores e formas, inspirada no poema “Romance Sonámbulo” de Federico García Lorca. Poesia visual ao ritmo de sonhos fantásticos e noites ardentes.

SOMEWHERE DOWN THE LINE | ALGURES NO FIM DA LINHA, de Julien Regnard (2014, 10′ 19)

“Somewhere Down the Line” segue a vida, os amores e as perdas de um homem, mostrados através das trocas que tem com os passageiros que transporta no seu carro.

AMÉLIA & DUARTE, de Alice Guimarães e Mónica Santos (2015, 08’30)

Nesta história, somos guiados através do relacionamento de Amélia e Duarte, duas pessoas que se separaram e estão a tentar lidar com os sentimentos que vêm depois do final de uma relação.
O seu relacionamento tem a forma de uma caixa de arquivo e o seu conteúdo ilustra a história sobre o seu fim. Somos conduzidos pelas várias formas como ambos lidam com a separação como eles tentam dividir, destruir e apagar as memórias de cada um.
O filme é feito em pixilação e stop-motion e tem uma ambiência Technicolor da década de 50, retratando não só o surrealismo das ações dos protagonistas, mas também proporcionando uma impressão cromática irónica sobre o fim do amor.

FOOTPRINTS | PEGADAS, de Bill Plympton (2014, 04’01)

Um homem ingénuo parte em busca de um monstro destrutivo e misterioso, apenas para chegar a uma revelação inesperada.

MYNARSKI CHUTE MORTELLE | MYNARSKI QUEDA MORTAL, de Matthew Rankin (2014, 07’44)

Um micro-épico histórico artesanal sobre os últimos cinco minutos da vida amaldiçoada de Andrew Mynarski (1916-1944), herói da Segunda Guerra Mundial de Winnipeg. Constituído por 21.000 fotogramas de 35 mm pintados à mão, Mynarski Chute Mortelle mistura propaganda de aviação com animação abstrata, criando um filme de guerra fotoquímico sobre os temas do autossacrifício, eternidade e alforrecas.

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Filme Concerto – Pequenas Histórias

com filmes de animação de Lotte Reiniger

30 Junho | Teatro Municipal Rivoli | sala 2
Duração: 45 minutos

INTERPRETAÇÃO:
Aida Sigharian Asl (piano) e Dawide Seidenberg (trombone)

Parceiro: Cineclube do Porto
Apoio: Goethe Institut

Lotte Reiniger (1899-1981), cineasta alemã que dedicou toda a sua obra à realização de filmes de animação, utilizando a técnica das silhuetas e inspirando-se nos espectáculos de sombras orientais. Autora de As Aventuras do Príncipe Achmed (1926), oficialmente a primeira longa-metragem de animação da história do cinema. O filme foi integralmente produzido com figuras em cartão e sombras chinesas, sendo uma obra de referência no cinema de animação.

Nesta sessão exibe-se um conjunto de curtas-metragens da autora que constituem a parte mais invisível da sua obra embora nelas se expresse não só a raiz do seu trabalho como algumas das experiências mais extremas a que se dedicou.

O trabalho de Lotte Reiniger, que cruza com o de outros autores fulcrais do contexto do seu tempo como Walter Ruttman (com quem trabalhou em Os Nibelungos de Fritz Lang), Hans Richter e Oskar Fischinger, baseia-se em grande medida na apropriação de contos de fada clássicos e mitos.

HANSEL AND GRETEL
Este filme de animação com silhuetas realizada pela inovadora cineasta alemã Lotte Reiniger, é baseado no famoso conto de fadas homónimo. Reiniger foi uma das mais importantes figuras do cinema de animação do século XX, pioneira de um estilo único e distinto de animação com silhuetas em preto e branco criando interpretações de clássicos mitos e contos de fadas.

CINDERELLA

Cinderella, realizado em 1922, foi um dos primeiros filmes desta realizadora. Os contos de fadas são o mote principal para compreender grande parte da produção de Lotte Reiniger. Cinderella (há uma outra versão do filme, realizada em 1954) é uma adaptação bastante fiel do conto dos irmãos Grimm, e a sua forma e estilo são extraordinários.

PAPAGENO
Este filme conta a história de Papageno (personagem da opera de Mozart “A Flauta Mágica”) que procura companhia mas tem dificuldade em encontrá-la.

LITTLE CHIMBEY SWEEP
Baseado na versão de 1935, este filme está entre os mais emblemáticos filmes de animação com silhuetas de Lotte Reiniger, com uma banda sonora bastante animada e original. Um limpa-chaminés ilude um gang de bandidos que raptaram a filha de um rico comerciante, partindo em seu socorro.

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O MENINO E O MUNDO

Porque tem algumas das imagens mais belas que alguma vez vimos.

Foi com estas palavras que o júri do Festival Internacional de Ottawa anunciou ao público o prémio especial para O MENINO E O MUNDO:

O MENINO E O MUNDO
Brasil, cor, sem diálogos, 1h 25
Realização: Ale Abreu
Produção: Filmes de Papel
Classificação etária: maiores de 6 anos

Sofrendo com a ausência do pai, um menino parte em sua busca. Na ardilosa jornada que empreende, vai descobrindo, aos poucos, a realidade que o rodeia, um mundo fantástico, povoado por máquinas-bichos, seres estranhos, sonhos coloridos, ritmos fantásticos e vai revelando, ao espectador, o seu olhar doce e ingénuo perante questões existenciais, culturais e políticas.

Trailer do filme O MENINO E O MUNDO

PALMARÉS
ANNECY 2014 – Prémio Melhor Longa de Animação – CRISTAL D’ANNECY
MONSTRA 2014 – Prémio Melhor Longa de Animação
CINANIMA 2014 – Prémio Melhor Longa de Animação e Prémio do Público
:: Menção Especial do Júri no Ottawa International Animation Festival ::
:: Menção Honrosa do Júri, Première Brasil – Novos Rumos, no Festival do Rio 2013 ::
:: Prémio da Juventude – Melhor Filme Brasileiro – 37ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

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